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Santana
Destino turístico de férias
Santana Ilha da Madeira Portugal

Santana é um pequeno município na ilha da Madeira, Região Autónoma da Madeira, com sede na cidade e freguesia homónima. Tem 93,1 km² de área e 8 491 habitantes (2004), subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a leste pelo município de Machico, a sul por Santa Cruz e Funchal, a sudoeste por Câmara de Lobos, a oeste por São Vicente e a norte tem litoral no oceano Atlântico.

As casas tradicionais são a imagem de marca do arquipélago. A criação do município de Santana acontece em 1835 e a elevação a cidade dá-se no ano 2000.

A freguesia de Santana, criada a 4 de junho de 1552, é actualmente sede de concelho de mesmo nome e localiza-se na costa norte da ilha da Madeira, aproximadamente a 400 metros de altitude.

Desde muito cedo, foi caracterizada pela historiografia tradicional madeirense, como um dos locais mais encantadores e pitorescos da Ilha, marcada, do ponto de vista da arquitectura tradicional, pelas típicas casas de colmo e, no plano paisagístico, pelas alamedas de buxos e hortências.

Alguns locais como o Pico Cortado, a Cova da Roda e o Pico Ruivo são autênticas pontos priviligiados de contemplação de belas paisagens. Um olhar pelo litoral, totalmente classificado como Reserva Natural, faz-nos sentir o vigor das ondas que espumam contra os rochedos.

Da Achada do Teixeira, a cerca de 1592 metros de altitude, podemos encontrar duas formações geológicas que, pelas suas formas nos fazem admitir as capacidades artísticas da natureza, são elas a "Cara" e o "Homem de Pé", do qual se teceu uma lenda que é contada às crianças de Santana. A partir desta Achada podemos caminhar até o ponto mais alto da Ilha, o Pico Ruivo, a 1862 metros de altitude.

Os dois edifícios de cariz religioso de Santana fazem referência à invocação da Santo António, capela que data de 1550, e a Santa Ana, cuja igreja remonta à segunda metade do Séc. XVII.

Fonte: Wikipédia

A agricultura tem sido a base de subsistência da população de Santana. Outrora era muito rica na produção de trigo e milho, cana-de-açúcar, vinho e criação de gado. Hoje, é interessante ver as maçarocas dependuradas em carvalhos, junto às casas para secarem com o sol e, posteriormente, serem utilizadas na alimentação familiar, nos restaurantes ou como semente nas culturas futuras.

Na orla marítima, existe uma espaçosa fajã a que chamam Rocha do Navio, onde abunda a vinha e outros frutos tropicais como por exemplo, a bananeira.

Durante muito tempo, esta freguesia esteve isolada e esquecida devido ao seu difícil acesso. Nos últimos anos, a freguesia de Santana tem passado por inovações agrícolas e já se observam muitas culturas intensivas. A agricultura continua a ocupar 60% da população activa, sendo as áreas da fruticultura e horticultura as que captam maior índice de investimentos. A batata, o milho, o limão e o feijão verde são as culturas mais relevantes.

No entanto, a grande maioria dos seus habitantes lutava pela subsistência, sendo muitas vezes obrigados a dividir com o senhorio metade da sua produção. Viviam em casas humildes e, em épocas de crises acentuadas, provocadas pelas intempéries e pragas, procuraram melhor sorte em destinos estrangeiros.

Outra parte da sociedade, detentora de algumas propriedades, mestres, tecedeiras e vendeiros, conseguia um nível de vida razoável.

Apenas um punhado de senhores opulentos, alguns dos quais residiam no Funchal, tinha uma vida qualitativamente superior, pois arrendavam as suas terras ou exploravam-nas por um sistema de colonia, usufruindo assim dos produtos cultivados na terra, trabalhada por jornaleiros ou caseiros. Essa elite incluía militares, membros do clero, escritores e funcionários da administração.

A água era indispensável na produtividade da freguesia de Santana. Em 1789, mais de meia centena de levadas, grandes e pequenas, corriam naquele planalto: a maior era a Levada Velha, depois a Levadinha e muitas outras. A posse por este bem tão precioso esteve na origem de muitas querelas entre as famílias proprietárias.

a indústria tem registado investimentos na área da construção civil e hotelaria. Além destes, destaca-se as carpintarias e as serralharias de alumínio.

Como sede municipal, é uma freguesia com grande abundância no comércio e serviços. Além dos estabelecimentos a retalho, há um mercado abastecedor com salas frigoríficas, máquinas de calibragem e de pesagem. Nos serviços, a população dispõe de repartição de Finanças com tesouraria da Fazenda Pública, cartório notarial, conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial, estação dos Correios com distribuição domiciliária de correspondência, corporação de bombeiros, agência bancária, mediadores de seguros, escritório de advocacia e gabinete de contabilidade.

Nas infra-estruturas básicas, a rede de distribuição domiciliária de água preenche as necessidades existentes, embora a percentagem de água tratada, captada em nascente, atinja apenas os 70%; no saneamento, são as fossas sépticas a única forma de escoamento das águas residuais; a recolha de lixo é feita três vezes por semana, cobrindo toda a povoação; na rede de estabelecimentos de ensino, os estudos vão até ao 12.º ano: três estabelecimentos de ensino pré-primário público, duas escolas primárias públicas servidas por refeitório, e uma privada, uma escola de 2.º e 3.º ciclo e secundária.

Na saúde, Santana dispõe de um centro de saúde com serviço de urgência a funcionar 24 horas, posto médico e de enfermagem, clínica privada, laboratório de análises clínicas (apenas serviço de recolha), farmácia e consultórios privados das especialidades mais importantes, à excepção da cardiologia e psiquiatria. A acção social é garantida por um centro de dia.

Na cultura, sobressaem várias colectividades: União Desportiva de Santana, Clube de Ténis de Mesa de Santana, Tuna e Grupo Coral de Santana, Grupo de Animação Lírios do Norte e ainda dois ranchos folclóricos. Para a prática das várias actividades desportivas, existe um pavilhão gimnodesportivo, campo de futebol com relvado sintético e pequeno campo de jogos. Para saciar a sede espiritual, existe biblioteca fixa, complementada pelo serviço da biblioteca itinerante, e uma escola de música, extensão do Conservatório de Música da Madeira.

Anualmente ocorre nesta freguesia, pela segunda semana de Julho, um festival folclórico com a duração de 48 horas. No desporto, há um torneio internacional de badminton, o Santana Jovem, que se realiza pela Páscoa.

Fonte: Wikipédia

Locais de visita obrigatória:
- Fortim do Faial;
- Miradouro das Cabanas de São Jorge;
- Parque Temático da Madeira;
- Pico Ruivo;
- Quinta do Arco;
- Queimadas;
- Ribeiro Frio
- Santana (cidade).
- Reserva Natural da Rocha do Navio é uma área protegida de Portugal. Situa-se entre a Ponta de São Jorge e a Ponta do Clérigo, no concelho de Santana, na Ilha da Madeira.
Inclui o mar adjacente até à batimétrica dos 100 metros, possuindo uma área de 1710 ha.
A caça e o uso de redes são proibidos na sua área.
- Achada do Teixeira é um sítio da freguesia de Santana, concelho de Santana, Ilha da Madeira. Daqui parte o principal acesso ao Pico Ruivo, existindo um parque de estacionamento para apoio dos visitantes.


Artesanato:

Trajes Tradicionais

O Fato Serrano (Homem)
Este traje é típico da Freguesia de S. Jorge. O homem veste calça de lã preta, a camisa de linho, colete de lã preto, chapéu preto e calça bota chã. O traje era usado nas idas à missa e em momentos festivos.

O Traje Serrano (Homem)
De um modo geral, o homem usava o chamado "traje serrano" composto por: calça e colete de seriguilha e camisa de linho; na cabeça usava um barrete semelhante a uma carapuça ou barrete de orelhas (carapuça ou ninho de melro preto); lenço ao pescoço e calçava bota chã.
Este traje era usado pelo homem Santanense nas suas lides caseiras.

O Traje da Mulher Viúva
Com lã de ovelha preta era feita a saia "preta", sendo esta por toda ela pregada e comprida; vestia uma blusa enramada em tons escuros onde dominava a cor preta, com um pala, franzida até à cintura tanto na frente como nas costas, terminando com um folho por toda a blusa, de mangas compridas; no seu interior vestia um colete de pano branco para maior elegância; usava um calção branco justo à perna com uma liga de renda branca; devido à lã ser áspera, usava um saiote no comprimento da saia com uma renda branca; a cabeça era coberta por um lenço enramado em tons escuros, azul escuro, acastanhados ou pretos e calçava uma bota chã de listra vermelha.Este traje era natural e típico da Freguesia de Santana. Era o traje que as mulheres Santanenses usavam quando ficavam viúvas, nas suas lides caseiras e, por vezes, quando se deslocavam à fazenda ou mesmo quando tinham de sair para qualquer sítio.

O Traje Domingueiro (de Santana)
Com lã das ovelhas brancas, após preparada e tecida, era feita a "saia branca", sendo esta por toda ela pregada e comprida; vestia uma blusa enramada com tons suaves, contendo tanto na parte da frente como nas costas, uma pala com franzido até à cintura, terminando com um folho por toda a blusa, guarnecida de liga de bicos branca, de mangas compridas; no seu interior vestia um colete de pano branco para maior elegância; usava um calção branco justo à perna com uma liga de renda branca; devido à lã ser áspera, usava um saiote no comprimento da saia com uma renda branca; a cabeça era coberta por um lenço enramado onde dominava a cor branca ou o beije e calçava uma bota chã de listra vermelha.Este traje era típico da Freguesia de Santana. Era usado pelas mulheres Santanenses aquando da ida à missa ou em ocasiões festivas.

O Traje de Trabalho
Com lã de ovelha, castanha e branca era feita uma mistura denominada "saia castanha escura", sendo esta por toda ela pregada e comprida; vestia uma blusa branca; a frente era composta por pregas cobrindo a cintura; nas costas levava uma pala franzida até o terminar da blusa, sendo esta guarnecida de ligas de bico branca, de mangas compridas; no seu interior vestia um colete de pano branco para maior elegância; usava um calção branco justo à perna com uma liga de renda branca; devido à lã ser áspera, usava um saiote no comprimento da saia com uma renda branca; a cabeça era coberta por lenço enramado e calçava uma bota chã de listra vermelha.
Este traje é natural e típico da Freguesia de Santana e era o traje que as mulheres Santanenses usavam nas suas lides caseiras ou quando se deslocavam à fazenda.

Pratos Típicos:

O Concelho de Santana, é um dos Concelhos que melhor traduz a confecção de pratos típicos do Arquipélago da Madeira.
Alguns factores contribuem para essa realidade, nomeadamente os saberes e tradições que passam de geração em geração; o esmero e carinho das gentes de Santana na forma como trabalham os alimentos, a boa e grande produtividade agrícola durante todo o ano, proporcionando sempre alimentos frescos, muitos destes cultivados através de métodos biológicos.
Os espaços de restauração onde as iguarias podem ser degustadas variam muito, encontrando-se distribuídos um pouco por todo o Concelho. Assim sendo, sugere-se:

Entradas: Queijo Fresco (tipo Requeijão); Queijo de Ovelha Curado (ambos produzidos em Santana); Pão de Santana fatiado; Pão de Milho fatiado; Bolo do Caco com Manteiga de Alho e Ervas Aromáticas; Lapas Grelhadas com Limão e Manteiga.


Sopas e Caldos: Sopa de Trigo; Sopa de Moganga, Sopa de Couve e carne de Porco Salgada, Sopa de Agrião, Sopa de Feijão Verde e Maçaroca, Sopa de Abóbora, Caldo da Romaria; Canja de Galinha.

Peixes: Truta Grelhada à Ribeiro Frio; Atum de S. João (Escabeche), Bife de Atum; Bodião Frito; Polvo de Escabeche; Caldeirada de Peixe Fino.

Carnes: Bife do Lombo, Carne de Porco com Vinho e Alhos; Frango do Campo no Tacho; Ensopado de Carneiro; Espetada Regional em Pau de Louro; Cozido à Portuguesa.

Acompanhamentos: Milho Frito; Batata Doce Avelada; Maçaroca Cozida; Legumes da Época Cozidos; Batatas Assadas no Forno.

Doçaria/Bolos: Bolos de Noiva; Bolo Preto; Bolo de Mel Rico; Bolo Rajado de São Jorge; Doce de Uveira da Serra; Pudim de Maracujá; Pudim de Abóbora; Fruta da Época.

Sugestão: Como forma de realçar os pratos referidos anteriormente, recomenda-se que sejam acompanhados com os vinhos de mesa, tinto e branco produzidos na Região e classificados como V.Q.P.R.D.
Para ombrear com a doçaria, nada melhor do que os Vinhos Madeira: Boal; Malvasia e Verdelho, de preferencia Reservas, Reservas Velhas e Colheitas Datadas. Para os paladares mais sensíveis, os Licores Regionais (Licor de Tangerina, Licor de Maracujá) são uma excelente opção. Para digestivo, recomendamos uma aguardente de cana da Madeira.

Património Edificado:

- Capela de Santo António
- Calhau da Ribeira de S. Jorge
- Ponte Velha do Faial

Património Cultural:

- Casas de Colmo: Desde meados do Século XIX que Santana já possuía boas instalações hoteleiras como o Hotel Acciaioli (hoje vetada a escombros), a Pensão Figueira e outras que entretanto foram-se degradando. Hoje, o Hotel Colmo, o Hotel Quinta do Furão, Hotel- Residencial Curtado (principalmente) deixam vislumbrar a grande beleza natural de Santana através de janelas viradas para o mar ou para as encostas sobranceiras.Todavia, nem sempre foi assim, a habitação tradicional de Santana, divulgada em cartazes promocionais turísticos é a Casa de Colmo.

Fonte: Câmara Municipal de Santana


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Santana
Santana,Ilha da Madeira,Portugal

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Data: 2009-11-03
Lat: 32.79259998094862
Lon: -16.87590827116394
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